"Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria."

sexta-feira, 25 de março de 2011

Instantes...


O que significa Instantes? Reflexos do que queríamos ter por mais tempo, ou vontades realizadas em alguns segundos?!
Fico imaginando o quantos alguns instantes podem mudar o que não deveria,transfigurando sentimentos complexos.
Uma tragada,um olhar, um beijo. Instantes que fazem diferença quando não há nada mais o que pesar,apenas sentir.
Depois que você ver o que realmente quer e esse querer faz com que desse valor a pequenos gestos,pequenos instantes.
Instantes esses que te consome, te maltrata, te mata.
Mata quando você fica imaginando o que aconteceria ao mudar pequenos detalhes,que mais tarde poderiam fazer a diferença.
O pior é quando juntamos tudo para ver se tem sentindo, não tem ... Nunca fará.
É um quebra-cabeça com peças diferentes, que jogamos e embaralhamos sem chance de montá-lo, apenas complicá-lo ainda mais.
Hoje só instantes, sem chance de ser nada mais disso. Quero beber de cada segundo, embebedar-me até não sentir minhas pernas, quando todo o efeito passar, espero acordar ao meu lado seus instantes e com ele apreciar a doce ressaca atemporal!

Minha história...



... não resume-se em começo meio e fim!
Minha história é atemporal!
Não baseia-se na lei da aparência. Na verdade não importo-me com o que pensam ou falam, eu quero é jogar o jogo e não sentir-me uma perdedora mesmo não perdendo!
Quero ver o mundo com outro olhos... Olhos esses que me fazem ver-me nas sombras. Sombras que me envolvem e me fazem gostar de está lá!
O doce sabor do errado! Como é bom gostar do errado. Não saber ao certo o que irá acontecer, se iremos sobreviver, mas gostar de arriscar, gostar do sofrer, e por que?! Porque não sei ao certo quem sou e o que eu quero!
Só sei que não quero aprender o que é certo com a pessoa errada...
Quero ao menos sobreviver!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Te amo por tudo que você é,


por tudo que você faz por mim. te amo pelas coisas que você fala, te amo pelas atitudes que você toma, te amo pelo seu jeito, te amo pela força que você me dá, te amo pelo sentimento que você faz florescer em mim, te amo pela sua simplicidade e seu humor, te amo porque em muitos casos temos opiniões diferentes, e isso faz um o complemento do outro, te amo porque aprendo muitas coisas com você, te amo porque você me faz sorrir, te amo simplesmente porque te amo, e sentimento não se explica, só se sente! ♥

sábado, 12 de março de 2011

Algo mais sobre Sociologia!


Achei muito interessante a matéria desse site: http://www.mundociencia.com.br/sociologia/durkein.htm


ÉMILE DURKEIN(1858-1917)



No pensamento durkeiniano a sociedade prevalece sobre o indivíduo, pois quando este nasce tem de se adaptar às normas já criadas, como leis, costumes, línguas, etc.

O indivíduo, por exemplo, obedece a uma série de leis impostas pela sociedade e não tem o direito de modificá-las.

Para Durkein o objeto de estudo da Sociologia são os fatos sociais. Esses fatos sociais são as regras impostas pela sociedade (as leis, costumes, etc. que são passados de geração à geração).

É a sociedade, como coletividade, que organiza, condiciona e controla as ações individuais. O indivíduo aprende a seguir normas e regras que não foram criadas por ele, essas regras limitam sua ação e prescrevem punições para quem não obedecer aos limites sociais.

Durkein propôs um método para a Sociologia que consiste no conjunto de regras que o pesquisador deve seguir para realizar, de maneira correta, suas pesquisas. Este método enfatiza a posição de neutralidade e objetividade que o pesquisador deve ter em relação à sociedade: ele deve descrever a realidade social, sem deixar que suas idéias e opiniões interfiram na observação dos fatos sociais.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Indignação


Sabe o que é ridículo?



1 - As belíssimas viaturas HILUX SW4 do "Sr. Governador Cid Gomes, orçadas em R$ 165.000, desfilando pela periferia do interior, com três "frangotes fardados e disfarçados de PM" dentro, passeando e paquerando as menininhas"...

2 - A construção de um INÚTIL Aquário Internacional em Fortaleza no valor de R$ 250.000.000...

...enquanto isso os estudantes da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú) começam o semestre sem professor....

...alunos dos últimos semestres que não vão poder se formar por não terem professores orientadores...
...estudantes que viajam 400 km por dia das suas cidades e quando chegam não tem aula por falta de mestres...
...E se se alguns cursos não querem parar de funcionar contratam por conta própria Professores temporários por 6 meses ganhando uma "merreca"!

Cadê, Sr Governador, Mestre dos Mestres, Soberano Absoluto!????

É isso q vc faz com os milhões de votos dos jovens cearenses????

E olhe que vc nasceu aqui, em Sobral!... terra de Dom José!

Mas vergonha na cara não é pra todo mundo mesmo...

Principalmente na minha, que votei nele 2 vezes...

...e na de uma cambada de idiotas que se arruma, se perfuma e vai ser besta nos Shows "gratuitos" que o Dr. Cid promove no Arco! Nem sabem eles, que quando entrarem na Universidade (se entrarem) não vão encontrar professores suficientes...

...mas gente BURRA se engana assim mesmo: com "Férias no meu Ceará".....êta nóis!!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Se eu chorar




Tão biitinho

O amor acaba


O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.